quinta-feira, 30 de abril de 2026

me olha

Meu olhar cruzou com o dela num momento alcoólico absurdo. Uma pá de tipo de bebida depois, um parabéns, um cartão sem limite e uma ideia sem vergonha.
Que parada! rs
A vida é engraçada.
Às vezes, eu não perco a oportunidade de olhar pra essa mulher sem roupa, de lamber os seios dela, de sentir minha língua deslizando nas curvas de seu corpo, de olhar pra ela enquanto eu chupo e ver ela me olhar de volta... É absurdo isso. A sensação de olhar pra ela e compartilhar aquele momento. Eu sei que ela tá quase chegando lá... O olhar dela aperta, ela franze a testa, segura minha nuca ou meu pulso, eu meto mais rápido e mais forte e ela rebola fora do compasso e a perna treme, ela geme, gostosa... Molha pra caralho logo após e eu vejo que as oportunidades se escancaram, se oferecem, ficam dispostas tipo numa bandeja
E olha... nem mesmo se nós quiséssemos muito, estaríamos no mesmo lugar, no mesmo dia, no mesmo horário... Mas lá estava ela. Aqui estava eu. O que poderia ser mais conveniente que isso, porra? O universo é mais cuzão do que eu jamais poderia ser.  Eu já estava prestes a ir embora, mas parece que eu sinto o cheiro de filha da puta dessa mulher mesmo de longe, a gente se atrai, se completa, se agarra, se fode pra caralho. É inevitável, é nosso, é foda.
O que sentimos em nossos corpos chega a se parecer com um imã, nós nos atraímos sempre, e sempre, e sempre, e sempre... parece instinto. Se estamos a uns cem metros de distância, é aquilo, né? Nós nos farejamos.
E eu? Tinha ainda um fiozinho de discernimento do que eu queria ou não, mas eu nunca seria capaz de dizer não pra essa mulher nem que eu estivesse totalmente sóbria, sabe? Eu nunca falo não pra mulher gostosa, que mexe comigo, que me atiça, me provoca.
E obviamente: quando menos pude esperar lá estávamos nós, desfrutando da intimidade que a gente mantém no nosso secreto, acho que é a única coisa que é só nossa. Me lembro do cheiro dela, do carro dela, da maconha que ela colocou, de tudo.
Minha língua deslizou sobre suas coxas, sua barriga, beijei sua buceta como quem beija algo que ama realmente e eu ainda sou capaz de sentir o gosto dela enquanto goza, o cheiro, ela molhada é tipo meu ponto fraco mesmo. Depois de tudo, sentada no meu colo rebolou com alguns dedos dentro, com o mesmo vigor se estivesse sentada na minha cara: pra frente pra trás... Devagar. Eu me apego um pouco nessa fita do "devagar".  Eu gosto das coisas sem pressa, que me atravessam.
Eu não perco a oportunidade de olhar pra essa mulher sem roupa, de lamber os seios dela, de sentir minha língua deslizando nas curvas de seu corpo, de olhar pra ela enquanto eu chupo e ver ela me olhar de volta... É absurdo isso. A sensação de olhar pra ela e compartilhar daquele momento. Eu sei que ela tá quase chegando lá... eu boto um dedo a mais, ela sempre quer mais. O olhar dela aperta, ela franze a testa, segura minha nuca ou meu pulso, rebola fora do compasso e a perna treme, ela geme, gostosa... Molha pra caralho logo após.
E ali... Ali eu sinto como se no mundo todo só existíssemos nós. Apenas.
Nada mais.
Ela molhada e suada é meu ponto fraco.


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