Não lembro o que nos levou àquele momento, só lembro dela minha frente.
Caralho.
Ela mexe comigo que nem sente!
Ferve meu corpo e eu gosto de tudo, da pele cor de chocolate daquela mulher, do sabor docinho que tem seus lábios, macios, de tudo o que meu corpo sente quando a língua encontrando a minha. Da textura dos seus cabelos, do toque íntimo que ela me oferece com a ponta dos dedos.
O vestido vermelho... Crueldade, diga-se de passagem, deixava ela ainda mais gostosa do que ela já é naturalmente, pensa que combinação deliciosa é ela de vestido vermelho e lingerie preta... que absurdo de mulher, ela é bonita da cabeça aos pés e eu tenho cada pensamento indecente que envolve a presença dela. Ela é a sorte que eu não tenho, não espero, mas quero que venha, na real, eu quero muito que venha. Deixa vim... Tô louca pra descobrir como é que ela respira quando perde o controle, suas expressões, sua entrega.
Eu quero ela nua.
Eu quero ela totalmente despida, inteira mordida, lambida, beijada... Toda babada por mim, ela deve ficar linda.
Eu quero ela querendo, também porque ela me desperta muito mais que desejo, desperta fome.
E ela está aqui agora, protagonizando mais um sonho molhado, com ela que me faz tanta vontade.. Lá estava eu, de frente pra ela numa sensação gostosa de intimidade e muita, muita vontade da minha parte. Eu quero devorar essa mulher, lamber esse corpo da cabeça aos pés,.quero conhecer sua expressão quando goza, ver virar seu olho enquanto eu boto um pouco mais forte, enquanto beijo abaixo do umbigo porque eu quero ritmo, quero o mais íntimo. Quero ela nua. Quero ela vestida, com vontade de me pegar porque eu tô, mais ainda.
Será que é querer demais ver essa mulher sem roupa na minha cama?
Ela é tão linda, eu não poderia explicar como ela é bonita nem mesmo se eu falasse cinquenta idiomas diferentes, nem assim eu teria repertório pra colocar aquela mulher em palavras, bagulho doido mesmo. Essa mulher não é só gostosa, é um acontecimento.
O beijo dela era quente, como uma tarde gostosa e preguiçosa de sol na primavera. Eu sempre olhei pra ela e pensei "quem me dera", acabei esquecendo que o impossível, às vezes, acontece. Eu transformei o desejo em linguagem, eu tenho vontade e ela sabe.
É foda. Intimidade é perigosa, cada toque dela da minha coxa me parece um convite.
Ela tá prestes a me dar tanto que eu quero dar pra ela, vivendo uma brisa na mesma entrega, quero tudo de igual pra igual, enfim.
Ela apoiou a perna direita na cadeira ao meu lado, subiu seu vestido, sua calcinha pedindo pra ser colocar de lado, seu corpo pediu minha língua, suas mãos na minha nuca indicam que ela quer e pensa o mesmo que eu... Meus lábios em seu corpo é um encontro épico, lento, molhado, calmo. Mó paz. Minha língua fez um trajeto gostoso, pra cima, pra baixo, sem pressa... Eu estava adorando esse contato. Enquanto lentas reboladas indicavam que eu estava no caminho certo. Gostosa pra caralho, até quando eu tô de olhos fechados.
Sentou no meu colo depois da chupada, minhas mãos em seus seios, deslizando pra botar dois dedos, senti sua buceta molhada encostada na minha coxa. Já falei que ela é gostosa? Que eu quero botar nela com vontade? Que ela me enche de tesão? Que eu quero dar gostoso pra ela, depois de lamber ela inteirinha gozada? Gostosa, o sabor dela rendeu poesia e prosa, minha boca cheia de água, meu tesão pronto pra próxima. É foda. Essa mulher mexe com as vontades e outras coisas e pá. Eu nem sei explicar, mas ela é dessas.
Ela é absurda.
De bonita.
De gostosa.
De saborosa.
E caralho, bota saborosa na lista de adjetivos dessa mulher!
Deixa pelo meu corpo um calor febril.
Eu não sei explicar direito.
Só sei que foi bem chato acordar.

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