Meu olhar cruzou com o dela num momento alcoólico absurdo. Uma pá de tipo de bebida depois, um parabéns, um cartão sem limite e uma ideia sem vergonha.
Que parada! rs
A vida é engraçada.
Às vezes, eu não perco a oportunidade de olhar pra essa mulher sem roupa, de lamber os seios dela, de sentir minha língua deslizando nas curvas de seu corpo, de olhar pra ela enquanto eu chupo e ver ela me olhar de volta... É absurdo isso. A sensação de olhar pra ela e compartilhar aquele momento. Eu sei que ela tá quase chegando lá... O olhar dela aperta, ela franze a testa, segura minha nuca ou meu pulso, eu meto mais rápido e mais forte e ela rebola fora do compasso e a perna treme, ela geme, gostosa... Molha pra caralho logo após e eu vejo que as oportunidades se escancaram, se oferecem, ficam dispostas tipo numa bandeja
E olha... nem mesmo se nós quiséssemos muito, estaríamos no mesmo lugar, no mesmo dia, no mesmo horário... Mas lá estava ela. Aqui estava eu. O que poderia ser mais conveniente que isso, porra? O universo é mais cuzão do que eu jamais poderia ser. Eu já estava prestes a ir embora, mas parece que eu sinto o cheiro de filha da puta dessa mulher mesmo de longe, a gente se atrai, se completa, se agarra, se fode pra caralho. É inevitável, é nosso, é foda.
O que sentimos em nossos corpos chega a se parecer com um imã, nós nos atraímos sempre, e sempre, e sempre, e sempre... parece instinto. Se estamos a uns cem metros de distância, é aquilo, né? Nós nos farejamos.
E eu? Tinha ainda um fiozinho de discernimento do que eu queria ou não, mas eu nunca seria capaz de dizer não pra essa mulher nem que eu estivesse totalmente sóbria, sabe? Eu nunca falo não pra mulher gostosa, que mexe comigo, que me atiça, me provoca.
E obviamente: quando menos pude esperar lá estávamos nós, desfrutando da intimidade que a gente mantém no nosso secreto, acho que é a única coisa que é só nossa. Me lembro do cheiro dela, do carro dela, da maconha que ela colocou, de tudo.
Minha língua deslizou sobre suas coxas, sua barriga, beijei sua buceta como quem beija algo que ama realmente e eu ainda sou capaz de sentir o gosto dela enquanto goza, o cheiro, ela molhada é tipo meu ponto fraco mesmo. Depois de tudo, sentada no meu colo rebolou com alguns dedos dentro, com o mesmo vigor se estivesse sentada na minha cara: pra frente pra trás... Devagar. Eu me apego um pouco nessa fita do "devagar". Eu gosto das coisas sem pressa, que me atravessam.
Eu não perco a oportunidade de olhar pra essa mulher sem roupa, de lamber os seios dela, de sentir minha língua deslizando nas curvas de seu corpo, de olhar pra ela enquanto eu chupo e ver ela me olhar de volta... É absurdo isso. A sensação de olhar pra ela e compartilhar daquele momento. Eu sei que ela tá quase chegando lá... eu boto um dedo a mais, ela sempre quer mais. O olhar dela aperta, ela franze a testa, segura minha nuca ou meu pulso, rebola fora do compasso e a perna treme, ela geme, gostosa... Molha pra caralho logo após.
E ali... Ali eu sinto como se no mundo todo só existíssemos nós. Apenas.
Nada mais.
Ela molhada e suada é meu ponto fraco.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
quinta-feira, 23 de abril de 2026
deixaelapensarqueeuachoqueéminha
A gente se afasta, mas é sempre a mesma coisa que acontece: um rememberzinho vagabundo e sem vergonha, com muitíssima vontade e nada mais. A pura atração carnal, uma foda maluca igualzinha à do nosso primeiro carnaval, uns bons anos atrás, ela tem um olhar que eu posso jurar que me pede contato, boca que beija com vontade e o desejo de uma foda bem dada sempre, sempre, sempre explode... Toda vez igual.
Mas dessa vez é especial, quase meu aniversário e um motel, com ela, de presente e juro que foi ideia dela dessa vez. É isso que mais me surpreende. Eu sempre sou detentora das piores ideias, fi de Exu, carnal, terrível. Fardo que eu carrego é gostar demais de mulher safada, apreciar como se eu não tivesse outras no pente, na boca, na sorte.
É foda.
Ela é mesmo muito gostosa.
Eu fico vidrada na marquinha, na boca dela na minha, na voz, no cheiro... Em tudo mesmo. Eu gosto de observar ela completamente nua, minhas mãos amam a sorte de um passeio sem freio, sem tempo contado, nem nada.
Mas enquanto eu pensava tudo isso, eu só notei o teto solar do motel aberto, a Lua enfeitando o céu e os seus seios na minha boca, minha língua espertinha deslizando em seus mamilos enquanto ela traga do meu baseado e fala que quer ficar muito maluca.
Ah, eu sou filha da puta!!!!! Eu desejo sempre só sair desse quarto quando eu e ela estivermos malucas mesmo.... e porra, eu já fico maluca com ela no alcance dos meus dedos, da minha língua, da minha libido, do meu período fértil, da minha vontade de putaria induzida por vinho e baseado. Nada mais. É foda como eu gosto de um chá de buceta. Dela.
E lá estávamos nós, o teto retrátil aberto ainda, a Lua flutuando no céu, as estrelas pairando sobre nós , a gente fode sempre em clima de lua de mel, ela tem mesmo sabor de mel e quando eu me distraio minha língua foge dos seus beijos deliciosos e me pego com a boca passeando pelo seu corpo enquanto minha mão na sua coxa aperta e acerta, minha língua brinca,.eu me divirto. Notei que é sempre possível a vontade intensa. A gente combina, ela pedindo pra eu foder, muda qualquer clima, Essa mulher molhada é praticamente uma vontade consumada, é a maior das poesias, é delícia, é felicidade, é muito bom.
Ela beijou minha boca, falou que ama minha expressão brava e quer sentar na minha cara porque quando ela tá prestes a gozar, eu gosto de sorrir. Gosto mesmo.
Eu lambi ela com o desejo de quem sentiu a sede e a falta de uma rebolada gostosa assim, ela nua é impressionante pra mim. Amo a cor caramelo do seu corpo despido, a marquinha, como é que pode tanta atração assim? Eu não explicar o quanto essa mulher consegue me fazer pensar nela um dia todinho, uma semana todinha de caos e saudades. Nem que eu dominasse todas as palavras do nosso português eu seria capaz de descrever a sensação gostosa que é ela sentada na minha cara, rebolando pra cima,.pra baixo... Sem parar. Lento, e muito intenso...
Ela rebolou na minha cara, com a ponta dos meus dedos cravadas na suas coxas. Senti ela tremer enquanto gemia baixinho, nesse momento eu sempre gosto de colocar dois dedos, com carinho, com a saudade que eu tava. Ela pede forte, eu obedeço. É foda. Essa mulher me prende, me surpreende.
Eu amo o cheiro, a voz, olhar pra gente fodendo no espelho, tudo... Tudo mesmo.
É impressionante.
sábado, 18 de abril de 2026
1001Conexões
Bastou uma mensagem recebida, só uma. Fácil assim, juro. Bastou um endereço e um "vem" e eu desci a serra do mar feito uma bala em direção ao alvo. Uma onça em direção à caça, foi assim que me senti pra ser mais exata, e caralho: eu teria ido de jato se minha conta bancária me permitisse porque pra mim cada segundo que eu perco de apreciação daquela mulher já me parece uma perda enorme, enfim.
Lá estava eu, é. De novo. DE NOVO. DE NOVOOOO. Prestes a tocar seu corpo, olhar seus olhos, sentir seu cheiro... e sim, eu sempre falo que nada muda por aqui, mas pra mim cada vez é mais intenso, é diferente. Ela tá sempre tão bonita. Cheguei no bar que ela estava em uma hora mais ou menos, e lá estava ela e umas amigas, um clima ameno, quente mesmo. Nem parece que o verão já acabou. Ela me abraçou como se não me visse há muito tempo, mas dessa vez nem tem tanto assim, enfim.
Não demorou muito mais tempo pra que o álcool fizesse seu efeito e a gente se percebesse sozinhas e sem roupa, como se nosso inconsciente sempre nos levasse pra isso. Mentira, eu meti o louco agora. A gente sempre sabe muito bem o que fazemos. É muitíssimo consciente isso, a gente sempre espera, deseja, anseia, quer, planeja e executa. É necessidade praticamente vital pra mim sentir o gosto daquela mulher, eu vou fazer o quê?
E eu juro que se eu fechar meus olhos agora eu consigo, ainda, sentir a textura da língua dela na minha língua, das mãos quentes dela em meus seios enquanto meus dedos insinuaram a entrada com ela inundada de tão molhada. Eu gosto dessa diversão, da sensação de olhar pra ela e ver a vontade estampada enquanto o meu corpo quase implora por buceta. Por aquela, na real. É loucura essa mulher.
É incrível o quanto ela mexe com o mais íntimo dos meus sentimentos como se fosse a coisa mais fácil do universo. Ela me faz desejar, ansear por mais contato.
Eu sempre estou disposta à trepar com ela aqui no nono andar ou até mesmo no banheiro daquele bar que ela adora me levar, se ela assim quisesse, saca? Eu me disponho e sempre proponho as melhores ideias. Nós juntas sempre seremos uma boa ideia, aliás.
Enfim.
Escrevo isso enquanto observo ela nua bolando mais um baseado e eu não consigo parar de sentir os efeitos do último ainda, que eu fumei enquanto ela me chupava logo depois do meu primeiro orgasmo.
Mais um baseado pra mente e ela já veio pra cima de mim de novo, e eu percebi ali que ela querer fumar mais um baseado e o copo de água, a dose de whisky, o papo, tudo... foi só uma pausa. O beijo dela tem sabor de maconha, cerveja e Ruby Woo, aquele vermelho da Mac. Meus dedos no seu pescoço, enquanto ela vira o olho e eu leio PACIÊNCIA na minha mão, pra me lembrar da calma que eu preciso ter, por isso eu meto devagar enquanto a respiração dela vai ficando ofegante...
Eu filosofo pra caralho enquanto eu como ela, minha mente vai longe, meus chakras se alinham. Eu sou apaixonada, porra. Como eu seria capaz de ver a algoz do meu desejo e não ficar alucinada? Sei lá, ainda não aprendi.
E é ela. Eu gosto da intimidade que temos. Dos olhares dela que me devoram, dos toques, da língua dela entre minhas pernas, das coisas mais sacanas que a gente pensa e faz uma com a outra. De quando ela me bota entre suas coxas morenas e queimadas de Sol, e eu sinto aquele gosto de saudade. O mel que escorre doce e nunca me traz saciedade. Eu gosto de botar ela de quatro, e também comer ela em qualquer canto desse apartamento branco, menos no quarto...
Em.
Cada.
Canto.
É bom frisar.
A língua dela toca minha com mais calor quando ela tá perto de do orgasmo, o quadril dela rebola mais nos meus dedos. As vezes eu nem sei o que exatamente eu tô fazendo aqui, só lado dela, depois de tudo, depois de muito... mas aí... caralho. Aí ela respira um ar mais quente na minha boca. Sei lá.
Eu tô aqui, né?
Eu já vim.
Eu já tirei a roupa.
Ela já tirou a calcinha.
Eu arrumo desculpa pra meter o louco.
Porque é ela. É foda. Eu mudei muitíssimo nos últimos anos, comi diversas bucetas, amei só uma, acho, mas gostei de muitas, só que a dela eu nunca esqueci.
É por isso que eu ainda estou aqui. Às vezes também gosto de evitar o sentimento e agir mais pelo tesão, sem qualquer resquício de razão, viver o auge da tensão que ela e outras pouquíssimas mulheres me causam.
E no fundo tudo que envolve essa mulher sempre acaba em trégua, acordos de paz, tensão, tapas e tesão.
quarta-feira, 1 de abril de 2026
a sua calcinha combina com aquele quadro
Tudo entre nós sempre começa com uma taça de vinho e ela vindo de mansinho acalmar meu furacão, é sempre o mesmo. Juro.
Todas as noites em que nós estivemos na vida uma da outra, sempre teve maconha, vinho, buceta e uma saudade imensa que me fez ficar, a mesma saudade que ainda me faz voltar mesmo no auge da minha maturidade emocional ou desequilíbrio, sei lá. Mas ela ainda me causa tantas sensações, boas, estranhas, ruins, tudo junto e misturado sempre.
Nada muda aqui.
E adivinha só?
Já estou aqui de novo, bolando um baseado enquanto ela abre um vinho que ela trouxe de Porto. E eu só quero ficar louca, tirar sua roupa, beijar sua boca, sentir o corpo dela arrepiando na ponta da minha língua, sentir ela molhando nos meus dedos enquanto eu puxo a calcinha dela pro lado, assim, sem pudor nenhum... Me afogar entre suas coxas e desejos. E esquecer que se existe uma vida do lado de fora desse apartamento, e incrivelmente hoje: as paredes brancas e o vento que não cessa parecem aconchegantes e receptivos à essa louca vontade que nos atravessa.
Ela me acha menina travessa, no outro dia eu sou mulher e filha da puta, é uma disputa pra ela decidir o que ela quer de mim. Eu sou eu, sem culpa e sempre criando espaços pra ela na minha vida.
Foda que ela não sai da minha cabeça, eu ia adorar falar que dela eu só quero buceta, mas não é bem assim.
E eu? Eu só sei que sempre foi assim.
Enfim.
Duas, três, quatro, cinco, ela me pede "abre outro vinho?" e vamos pra mais umas seis taças, ao ponto da gente já não impedir mais nada, sentadas na sacada, álcool na mente e a gente perdeu totalmente a vergonha na cara. A gente bebe e esquece as tretas da semana passada. Se eu tivesse com raiva, botava nela de quatro pra nem olhar na cara... eu sou suja mesmo. Ela é pior. Por isso inflama, explode, causa sensações, é louco isso.
Sei lá, minha mente viajava na onda do vinho e do baseadinho, ela fala muito sobre momento-presente e minha mente ausente sempre viajava. Só foquei nela 100% quando ela tirou a camiseta, o sutiã... chegou mais perto e me perguntou quem eu tô comendo agora, eu dou risada. É isso que ela acha? Se ela soubesse que hoje em dia eu não tenho tempo pra mais nada, que ao contrário dela eu não sou herdeira, nem mimada. Eu sou mó paz, mas ela não sabe de nada. E eu nem respondi porque eu não consegui formular uma frase corretamente, eu acho absurdo essa mulher e seu corpo, que me engole. Me sequestra os olhares, eu acho absurdo mesmo como os anos deixam ela ainda mais linda. De como nós duas mudamos de quando tínhamos só dezesseis anos e uma cabeça cheia de planos e vontade. Quanto mais passageiro achei que fosse tudo isso, mais ela se instalou na minha vida, deitou e rolou nas minhas verdades, nas minhas intenções. E ainda assim é impossível negar o quanto a gente se conecta hoje em dia.
É foda, mexe muito, é mil grau, um absurdo. Eu fico em pleno estado de entusiasmo com sua voz, sua presença na mesma cama que eu, trepar com ela é tipo sorte. Eu não consigo pensar em mais nada quando a pele dela quente toca a minha. Queimada de sol, eu só penso em beijar sua marquinha. Cor de canela, um gosto que só encontrei nela... E tudo se alinha.
Acho que minha vida será eternamente um looping de participações especiais na vida dessa mulher.



