quinta-feira, 23 de abril de 2026

deixaelapensarqueeuachoqueéminha

A gente se afasta, mas é sempre a mesma coisa que acontece: um rememberzinho vagabundo e sem vergonha, com muitíssima vontade e nada mais. A pura atração carnal, uma foda maluca igualzinha à do nosso primeiro carnaval, uns bons anos atrás, ela tem um olhar que eu posso jurar que me pede contato, boca que beija com vontade e o desejo de uma foda bem dada sempre, sempre, sempre explode... Toda vez igual.
Mas dessa vez é especial, quase meu aniversário e um motel, com ela, de presente e juro que foi ideia dela dessa vez. É isso que mais me surpreende. Eu sempre sou detentora das piores ideias, fi de Exu, carnal, terrível. Fardo que eu carrego é gostar demais de mulher safada, apreciar como se eu não tivesse outras no pente, na boca, na sorte.
É foda.
Ela é mesmo muito gostosa.
Eu fico vidrada na marquinha, na boca dela na minha, na voz, no cheiro... Em tudo mesmo.  Eu gosto de observar ela completamente nua, minhas mãos amam a sorte de um passeio sem freio, sem tempo contado, nem nada.
Mas enquanto eu pensava tudo isso, eu só notei o teto solar do motel aberto, a Lua enfeitando o céu e os seus seios na minha boca, minha língua espertinha deslizando em seus mamilos enquanto ela traga do meu baseado e fala que quer ficar muito maluca.
Ah, eu sou filha da puta!!!!! Eu desejo sempre só sair desse quarto quando eu e ela estivermos malucas mesmo.... e porra, eu já fico maluca com ela no alcance dos meus dedos, da minha língua, da minha libido, do meu período fértil, da minha vontade de putaria induzida por vinho e baseado. Nada mais. É foda como eu gosto de um chá de buceta. Dela.
E lá estávamos nós, o teto retrátil aberto ainda, a Lua flutuando no céu, as estrelas pairando sobre nós , a gente fode sempre em clima de lua de mel, ela tem mesmo sabor de mel e quando eu me distraio minha língua foge dos seus beijos deliciosos e me pego com a boca passeando pelo seu corpo enquanto minha mão na sua coxa aperta e acerta, minha língua brinca,.eu me divirto. Notei que é sempre possível a vontade intensa. A gente combina, ela pedindo pra eu foder, muda qualquer clima, Essa mulher molhada é praticamente uma vontade consumada, é a maior das poesias, é delícia, é felicidade, é muito bom.
Ela beijou minha boca, falou que ama minha expressão brava e quer sentar na minha cara porque quando ela tá prestes a gozar, eu gosto de sorrir. Gosto mesmo.
Eu lambi ela com o desejo de quem sentiu a sede e a falta de uma rebolada gostosa assim, ela nua é impressionante pra mim. Amo a cor caramelo do seu corpo despido, a marquinha, como é que pode tanta atração assim? Eu não explicar o quanto essa mulher consegue me fazer pensar nela um dia todinho, uma semana todinha de caos e saudades. Nem que eu dominasse todas as palavras do nosso português eu seria capaz de descrever a sensação gostosa que é ela sentada na minha cara, rebolando pra cima,.pra baixo... Sem parar. Lento, e muito intenso...
Ela rebolou na minha cara, com a ponta dos meus dedos cravadas na suas coxas. Senti ela tremer enquanto gemia baixinho, nesse momento eu sempre gosto de colocar dois dedos, com carinho, com a saudade que eu tava. Ela pede forte, eu obedeço. É foda. Essa mulher me prende, me surpreende.
Eu amo o cheiro, a voz, olhar pra gente fodendo no espelho, tudo... Tudo mesmo.
É impressionante.


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