Eu gosto do jeito que ela ganha meus sorrisos mais sinceros, espontâneos.
Logo eu que considero o sorriso como uma das maiores intimidade que existe.
Logo ela, que é efusiva toda vez, sério, ela faz isso toda vez... invade meu espaço até na forma que me olha, fora que em toda oportunidade que ela tem, o que ele faz? Me toca.
Sagaz demais. Demais, sabe que sim.
Pensa que eu não sei que ela sabe (e sente) o quanto me sinto animal perseguido e devidamente abatido em todo baile que a vejo descendo a rua? Quando ela me olha a única certeza que eu tenho é que serei dela. Por uma noite, horas, pernoite de motel x.
E q u e s e f o d a.
Ela me olha nos olhos, na cara... Maldito seja o apetite que me dá quando ela me encara, sorri.
Jogadora, me olhando desse jeito sabe que o gol é certo, vai me ganhar e ganhar o que quiser de mim.
Vai saber o que dá na minha mente, na mente dela.
Ela me ganha, sou o troféu que ela leva para casa sem nem jogar, a aposta que ela nem faz... mas leva o prêmio sempre quando quer.
E posso falar? Que se foda.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021
egoísta
Eu fecho os olhos.
Respiro fundo.
Depois mais fundo.
Repito tudo e nada ameniza o nervosismo, nada faz acalmar o coração agitado dentro do peito. "É ela, né?" - a cabeça me lembra e agora pronto, temos um frio na barriga por aqui também. Ainda bem que é costume eu estar nervosa e com isso eu até lido bem.
De cinco em cinco minutos confiro a hora no relógio do pulso. É mania. Não temos nenhum horário marcado, mas eu sempre me sinto em cima da hora, atrasada mesmo...
Mesmo escapista, hoje eu prometi pra mim mesma que vou ficar e encarar a situação, a mulher e tudo que ela tiver pra me oferecer, que seja. Não vou fugir.
A cabeça mantém a calma mesmo em meio a intensa agitação mesmo com dois tecos pairando na corrente sanguínea, e além do mais fica tudo mais tranquilo quando eu não preciso procurar uma rota de fuga, a cara sigo na vibe maré brava.
Não sei se é ansiedade ou a 99. Ou ambas.
E que se foda.
Os meus olhares atentos (re)decoram cada centímetro dela, eu gosto.
E eu que ainda nem sei porque eu vim. Mas vim. Aliás, sempre venho, né?
É sempre o mesmíssimo e repetitivo contexto, é sempre a mesma pergunta e eu no fundo, mas bem no fundo já tenho minhas respostas. Cada uma delas. Me questiono muito pra tentar entender porque eu me faço presente em pouco tempo, tão fácil que entre meu aceite até eu me dar conta de que estou novamente presente em sua ilustre presença nua não se passam nunca mais do que três horas, tão fácil que chega a ser ridículo, cômico na verdade.
Quando é o nome dela na tela do celular eu faço tudo ser possível, é somente mesmo sobre isso. Peixe, e além do mais: jusqu'ici tout va bien. Oito segundos de memórias tendenciosas ao saudosismo, alguns meses de afastamento e uma mulher no período fértil pensando somente com a buceta e bum, mistura perfeita pra me fazer cair sentada pelada no colo dela... Nem um gênio com sua lâmpada seria mais rápido em satisfazer os desejos dela. É. Eu sempre aceito o convite dela. Segredo nenhum, inclusive. Sempre obtém respostas positivas e sem perder muito do tempo eu me faço presente aqui, sem muitas desculpas, eu só queria escrever sobre isso pra eliminar de vez, eliminar da minha cabeça toda sensação de fraqueza que eu sinto depois de voltar de uma sessão de algumas horas ou dias nua dentro do campo visual dela, coberta pelas digitais dela, ela, ela, ela... Lua de mel sem lua, sem mel. Só eu e ela na alta, na máxima, em momentos só nosso, onde minha predileção por ela chega num nível absurdo enquanto eu sinto a respiração quente dela, no pé do meu ouvido. Cedendo ao puro perigo, ao vício. Meu ego grita. Ela volta porque ela (nas palavras dela) não encontra ninguém que transe com ela na com a mesma vontade como eu. Eu vou foder ela com raiva pra descontar isso, e ela sabe. Por isso ela dá os pulos dela pra caber dentro do meu tempo e do meu abraço. beijo com raiva, fodo com raiva... Mas sem rancor ou equivalentes.
Parece que tudo quando se fala de emocional sempre vai ser sobre ela e acho que mesmo que eu gire o mundo ao contrário tudo sempre vai voltar a ser sobre ela.
Eu desligo o celular, única mulher que me deixa off pro mundo, nem aí pra tudo e hoje é a única que eu quero ouvir pedindo pra eu meter mais rapidinho, um dedo a mais e seria delicioso escutar um "pode ir mais forte...".
É.
Já que eu vim, eu vim... né? Não me dou ao luxo de dizer não mesmo sabendo que isso vai me fazer pensar até onde vale a pena a situação, mas ainda assim eu prefiro ter que lidar com a culpa do que com a saudade, vontade dela. Pesos e medidas. E isso, sendo bastante sincera e egoísta é somente sobre como eu me sinto, meu corpo não mente, ela me bagunça, ela me faz sentir tão bem, tão única, tão em paz e alinhada com ela, com o mundo, comigo, com tudo. Cosmo girl e toda a descarga de energia, de adrenalina que só ela causa. Ela me repele e ela mesma me atrai e eu... Eu tô sempre pensando com a buceta, sem boas avaliações de risco, sem noção do quanto eu me exponho ao risco e sem pensar minimamente no impacto, sem pensar na manhã seguinte. Mas ela sempre teve esse dom, esse lance todo de me jogar pro alto, tipo brisa de droga mesmo, mas essa é uma perspectiva positiva de toda a situação. A minha perspectiva... E quando eu fujo dela ainda eu só o faço por mim.
E também é por mim que eu venho.
E sempre, seeeempre foi por mim que eu vim.
domingo, 14 de fevereiro de 2021
quarto preto
Ela fecha os olhos, a cabeça cai levemente pro lado.
"O arrependimento chegou mais rápido dessa vez?" Ela ri, me pergunta se eu tenho ideia de quantas vezes ela falou pras amigas dela que jamais estaria ali, comigo, de novo... enquanto acarinha tão levemente minha nuca, me olha e sorri. "Se você não contar, eu não conto" - ela dá um soquinho no meu ombro.
Sempre fomos assim, desse jeitinho, tão nossas e tudo que tivemos, temos e teremos sempre vai ficar entre nós, extremamente pessoal. E o combinado sempre foi que se a gente der a sorte de se encontrar em qualquer lugar que seja, é sinal de que não devemos desperdiçar a oportunidade que nos foi dada, já virou lema. E que se foda. O rádio estrala no carro com minhas músicas ruins que só falam sobre putaria, eu tô levando ela pra minha casa porque eu juro, o carro é a única coisa entre nós que eu direciono. A história é sempre a mesma, mas não confunda com mais do mesmo, ela é a maior prova que mulheres diretas são as que me levam.
E eu ia amar conseguir descrever usando somente palavras o quanto eu acho essa mulher irresistível, em como ela atrai meu olhar, ativa um lado meu que eu gosto, instintos sacanas e blá blá blá, verdade é que ela me molha da cabeça aos pés num só olhar... Eu sou louca por ela, essa é a real, essa é a certeza que eu tenho sempre nos primeiros trinta minutos em que ela está encaixada em meus dedos.
Eu sei que no fundo eu cuspo pro alto com a certeza que vai voltar na minha cara, então de fato: a história é realmente sempre a mesma e além do mais eu tenho o defeito de gostar demais de mulher. Dela, então? Puta que o pariu.
Eu gosto assim mesmo, sem pudor nenhum. Ela gosta que eu bato chamando de puta, cuspo na cara e bato sem carinho. Sexo é sexo, amor vem a parte, mas sempre vem, sempre esteve presente. Ela nunca me fala não, não me nega nada... Buceta é a melhor coisa que eu posso querer. (E eu só quero!). Quero mais, quero tudo. Sem parar. Limites para que?
Filha da puta.
Gostosa.
Envolvente.
Potencial demais pra ser minha faixa rosa.
Sinal vermelho. Eu a encaro, fixamente. Eu não sei como parar de olhar pra ela e eu vou escrever um texto todo sobre isso.
Os dedos dela seguem as linhas redesenhando minhas tatuagens, arrepia minha pele, fã-girl do meu shortinho verde, ela é pirada nas minhas coxas, nem esconde, sobe, puxa minha calcinha pro lado e me toca pra me sentir molhada, ela nunca espera a gente chegar na cama, queima a largada, me deixa maluca quando volta o dedo pra boca, atitude de mulher que sabe ser safada, filha da puta, treinada, bolada, cada vez melhor, problema é esse, nítido e claro. Inclusive, adoro.
Eu, viciada em contato visual nem preciso falar mais nada, ela me fode devagar olhando pra minha cara. Beira o desafiador. E ela tem uma leitura perfeita sobre mim, sinto-me estranhamente rendida, ela me teria caso quisesse. E eu nem acredito nesse lance de pertencer.
Ela me diz que eu sou uma mulher indomável, que (aos olhos dela) só fodendo me torno amável e só quando eu tô dentro eu juro que ela me ama.
Por que nós somos assim?
Depois de tanto tempo ela continua tão linda, rasgo elogios. Ela é tão gostosa. Andou treinando e levando muito a série esse lance de virar Mandraka ou Bibi Perigosa. Mais do que antes.
No meu quarto eu consigo perceber o quanto eu sou uma mulher de sorte, ela nua sob minhas luzes e olhares apaixonados, corpo marcado pelo Sol, sempre chama minha atenção ela bolando o baseado perfeito enquanto eu observo o md fazendo efeito. Um tapa na cara, outro na bunda, ela pede mais forte e no caso dela o Sol não é o único que gosta de deixar marcas, minha assinatura é pra deixá-la pensando em mim a semana inteira, pra descontar o fato de que eu vou ficar a semana toda com essa mulher na cabeça.
Derreto e molho.
Sex time, baby!
Eu vou transar com ela até amanhecer, ela rasga as madrugadas, e avenidas de São Paulo comigo na vibe da maconha e do MD, eu pisco o olho... E do nada, eu vejo minha mão segurando e apertando o pescoço dela, meu pulso me lembra que "quem não pode errar sou eu", portanto eu não erro com ela. Ela me olha no olho, olhares violentos, atentos, expressivos e nada inocentes, são considerados os únicos culpados por me causarem tanta vontade de foder violento e dormir fofo assim. Como encontrá-la no baile e não desejar ter essa mulher pra mim? Fala pra mim.
Quanto mais bucetada ela me dá menos eu me contento, ela dá risada quando percebe que eu tô cansando e me pede pra não tirar "a porra dos meus dedos de dentro", ela gozando é maré alta que sobe e me enche a boca, mata a sede de buceta que eu sinto constantemente.
Olhando-a de perto eu percebo o quanto de vontade e saudade dela eu acumulei, vontade sincera, sempre tive várias delas dando rolê pela minha vida, indo e vindo, mas o que permanece nas minhas manhãs introvertidas, nas noites agitadas e muito divertidas ou na minha siririca é a vontade que eu sinto dela, dela de costas pra mim, dela de quatro pra mim, dela dentro de mim, fodendo hard, lutando consigo mesma pra gemer baixo.
É isso que predomina.
E que se foda, né?
Ela fode pra me deixar com saudade, e funciona. Ela nunca acredita, mas funciona. Além do mais, eu juro... não falaria sobre saudade ou sobre sentimento se eu não sentisse tanto.
assunto esgotado
Eu amo a sensação que ela me faz sentir quando eu a tenho presa (se é que é certo eu definir a situação assim...) entre meus dedos, quando eu fico presa entre os braços dela e ela retribui ficando presa entre minhas pernas, também... quando a gente entra numa vibe dessas. E hoje eu quero escrever pra nunca esquecer nenhum detalhe de como é que rola entre nós quando entramos numa vibe dessas.
Essa vibe. Ela e eu, céu azul, quarto quente, corpo quente, tudo quente demais. Quando se trata da gente, tudo é demais. Além do meu normal.
Nós somos enroladas demais uma na outra, enroladas demais MESMO, emboladas demais. Demais, e até demais. Em todo lugar a gente sempre esteve ou está embolada.
A presença dela é gostosa, é leve, ela só me traz sorrisos, o papo é bom, a ideia bate e flui naturalmente sempre, me traz quietude.
Mas nosso defeito mesmo sempre foi gostar de probleminha, todo dia, toda hora, de ser resumo, eu gosto de tê-la mandando mensagem me pedindo buceta, essa é a grande realidade porque é óbvio que eu tenho noção que isso me deixa com o ego gigante, Eu gosto de dar pra ela na mesma intensidade com a qual eu sou apaixonada por ela, tipo hobby. Competição comigo mesma pra ver como me supero cada vez que a gente transa de novo, e eu me sinto mais a vontade, isso explica, competindo em formas em dar gostoso pra ela.
E se eu fechar os olhos agora eu consigo sentir com exatidão as voltas que a língua dela dá na minha, a textura molhada dos lábios dela descendo pelo meu pescoço, por entre meus seios, descendo pra barriga, momentos esses que ela sabe que eu sou fã de contato visual, por isso ela me olha como se esperasse um feedback e ela ganha um dos meus olhares mais desesperados, que seguem deixando explícito meu corpo reivindicando um banho de língua muito bem dado por ela. Com capricho, com esmero.
Eu gosto dela porque eu posso ser eu mesmo ao seu lado, na sua cama, na sua casa... perturbada até e principalmente nos momentos que ela me tem de um jeito que ninguém mais tem, momentos onde eu estive despida de qualquer coisa que não seja conveniente ao momento, ela só vai me conhecer de fato comigo sentada no chão da sala dela, fumando um green e escutando ela falar sobre qualquer coisa ou filosofar qualquer uma dessas filosofias banana sobre a vida. Uma brisa sem fim. E acho uma graça ela falar que eu passo tanto tempo com cara de brava que quando eu tô fodendo ela, eu aparento até ser/estar mais simpática, buceta me acalma, de fato. Mas saiba: foder sorrindo é somente o fardo que eu carrego por ser uma mulher apaixonada.
Eu gosto do jeitinho tão reservado e discreto que ela tem de me comer com os olhos, só com os olhos... Ela me olha da cabeça aos pés, é impossível negar que eu não sei o que ela quer. Eu sei, e até que muito bem. Ela esconde mal. Ser direta é o que resta pra ela. Às vezes eu acho que posso desvendar aquela mulher somente por esses olhares que ela me dá, nunca passou batida.
Eu não tenho paz a partir do momento que eu sei que ela chega no baile, ela tem toda liberdade do mundo, mas se ela está lá é praticamente automático, eu a procuro. Quando ela me acha primeiro, é tão bom e tão delicioso a observar invadindo meu espaço, tocando meu braço. Um sorriso dela ou uma mensagem no whatsapp é chave pra ela me ter por inteira em menos de cinco minutos. Fácil assim.
Ela me obrigada a pensar fora da caixa, viver livre demais. Solta demais. Demais. Me assusta qualquer mudança drástica e ela chega e sempre muda tudo.
Se minha rotina não fosse tão atribulada eu juro que adoraria levá-la pra minha eternidade, sabe-se lá o que isso quer dizer, nem eu mesma sei quais as implicações quando eu digo isto. Ela não cabe na minha vida... mas sempre dá um jeitinho de ficar.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
"Tô c sdd" ♥
Às vezes penso que seria impossível, pra mim, resistir à você.
Achei que não seria previsível... Fui previsível.
Tô c sdd ♡
Sigo sendo cúmplice, vítima e testemunha.
Que fase.
Às vezes penso que é mesmo, de fato muio impossível, pra mim, resistir à você mas eu tento pra caralho.
Quero nem falar mais nada.
Tchau.




